5º Curso Gestão Estratégica em Serviços de Saúde

Planejamento Estratégico com o uso de BSC

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TECNOLOGIA   |   PORTAS AUTOMÁTICAS: HIGIENE COM PRECISÃO

Elas facilitam o acesso e garantem a assepsia e segurança a centros cirúrgicos, UTIs e maternidades

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 As portas automáticas garantem a assepsia
de ambientes hospitalares

FOTO: MANUSA 

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Hermética, a porta automática deslizante
Manusa vem com marco ranhurado e perfil
sintético na folha, que garantem a vedação
com a alvenaria e o solo. Tem dois
movimentos: primeiro, ela comprime
o marco,depois, desce, colando em
qualquer tipo de piso. Em duas placas de
laminado e recheada de espuma
anti-chamas, ela suporta duas folhas de
até 120 kg, e vence vãos de até 2000 mm.
Acionada por touch less
vipdoorsaoluiz
Entre o centro cirúrgico e as salas dos
médicos, do Hospital São Luiz Morumbi,
a Vip Door instalou o modelo pivotante
da Portal P, com esquadrias de metal e
vidro, em duas folhas, acionado por
sensor de presença. O sistema suporta
até 250 kg,e vãos de até 2400 mm

São vários os motivos para se automatizar as portas de um ambiente hospitalar. No entanto, o mais importante é o de garantir a assepsia em centros cirúrgicos, UTIs ou maternidades. "Elas excluem a necessidade de contato manual e diminuem o risco de contaminações", explica Célia Bertazzoli, arquiteta da Cabe Arquitetura Hospitalar. Tanto que, segundo René Romano, gerente de marketing da Vip Door, em vários países já é obrigatório o seu uso entre a sala do medico e o centro cirúrgico.

"Para o centro cirúrgico o ideal é que a porta seja hermética, ou seja, que tenha vedação rigorosa em todo o seu perímetro, inclusive junto ao piso", recomenda o arquiteto e urbanista, Júlio Kochen, gerente comercial da Manusa, empresa espanhola, pioneira nesse tipo de porta no Brasil. "No exterior, a porta hermética já é especificada no projeto arquitetônico. Por aqui ainda há resistência", alega.

"As portas automáticas também proporcionam segurança ao permitirem ou não o acesso de funcionários, pacientes e acompanhantes, em áreas restritas", completa Bertazzoli. Além de evitarem os ruídos externos, no caso das que possuem isolamento acústica. Nos acessos principais de um complexo hospitalar, elas são vantajosas porque "facilitam o fluxo, agilizam no atendimento e geram economia de energia elétrica em ambientes climatizados", destaca.

Escolha certa

Na hora de se decidir pela porta automática, saiba que a escolha certa vai depender do vão e do local em que ela será instalada, do fluxo que irá atender e do peso das folhas. "É necessário identificar no projeto o espaço útil necessário para passar o transeunte, ou uma cadeira de rodas, ou uma maca e um enfermeiro, e assim por diante", ensina Dante Boccuto Junior, gerente da divisão Automatic, da Dorma. O número de vezes que a porta abrirá e o tipo de material de fechamento determinarão o motor, o perfil e o trilho a serem utilizados. Com esses dados em mãos, a especificação é feita.

Existem diferentes tipos de operadores: deslizante, pivotante e telescópico - que funciona com o deslizamento de duas folhas para o mesmo lado no sentido de um painel fixo ou atrás de uma parede, e é usado em espaços reduzidos.

As portas podem ser controladas por botoeira - recomendada para áreas de pouco fluxo -, controle remoto, sensor - mais usado em áreas amplas que não sofram interferências - e o touch less - indicado para centros cirúrgicos, pois aciona a porta apenas com a aproximação da mão.

Como acessório, Boccuto destaca as fotocélulas laterais de segurança: "além das pontuais ou as barreiras em infra-vermelho, há as tipo régua com mais de 36 feixes (comumente utilizadas em elevadores) para uma maior segurança aos usuários quando aplicadas nas UTIs e salas de cirurgias.

De acordo com Romano, 80% das portas automáticas tem acabamento em vidro e não possuem caixilho. "Apenas as portas anti-pânico são obrigatórias a ser encaixilhadas", alega. Mas, o fechamento também pode ser em madeira, alumínio, aço inox, policarbonato, poliestireno etc.

Instalação
"A porta motorizada só deve ser montada no fim da obra", ressalta Romano. O vão precisa ser, de preferência, em alvenaria ou concreto, para dar estabilidade à porta e permitir a colocação dos materiais de fixação. A elétrica já deve estar preparada com disjuntores específicos instalados para os respectivos automatismos. O piso precisa estar nivelado e acabado, e as paredes em prumo e pintadas.

"A instalação de qualidade é preponderante a vida útil do sistema, que pode durar meses ou até muitos anos", ensina Romano. Fique atento também para que a instalação do produto atenda a NBR 15202.

 

 CONHEÇA OUTRAS OPÇÕES DO MERCADO

dorma
Automatismo deslizante ES 400, da Dorma,
desenvolvido na Alemanha para atender
hospitais, laboratórios e clínicas.
Opera portas de folha simples com peso
até 200 kg, ou de folhas duplas de 125 kg
cada, e vãoa de até 3000 mm
 vipdoorentradasaoluiz Na porta de entrada do Hospital São Luiz
Anália Franco, foi adotado o modelo
deslizante Esmeralda Plus, da Vip Door,
com quatro folhas (duas fixas), e sensor de
entrada e saída. Opera uma folha com até
145 kg, ou folhas duplas com 70 kg cada, e
vão de até 3000 mm
 speeddoor4]02Porta de entrada equipada com o operador
SD-806, da Dortex, distribuído pela
Speed Door
. O modelo é deslizante com
caixilho de alumínio e vidro, e acionado por
sensor de presença. Suporta cargas de até
100 kg por folha, e vãos de até 6000 mm